quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Delírios de Febre

Adoro brincadeiras.

Adoro que pensem que estou no limiar da razão.

Sou casada com o lápis e amante do delírio.

Comandada por forças inimagináveis. Detida por algo conhecido como amor.

E no despertar do pensamento procuro a alegria de voltar a dormir.

A febre já me atingiu. Tremo pela escassez de calor.

Enquanto o mundo dorme sou um turbilhão de idéias mal resolvidas.

Procuro a canção...

Dores por onde se fala. Travesseiro, um refúgio.

Nobody's listening, nobody's listening, nobody's listening...


Estou com sono. Quer dizer, não estou, fui abandonada por ele. Quero dormir.

Lençol com cheiro de farinha láctea. Estou segura agora...

domingo, 12 de outubro de 2008

sábado, 11 de outubro de 2008

E Não Me Restam Estradas

Continuo sozinho e sem direção.

Como eu pude permitir que me passassem pra trás dessa forma?!

Pq infernos ainda procuro por perfeição, se é tão óbvio que eu não vou encontrar?!

Agora me pergunto quando perdi meu senso de direção. Como foi que deixei escapar meus objetivos?!

Poderia eu recuperar o que está perdido dentro de mim?
E pq raios eu sinto como se merecesse tudo isso?!
Pq minha dor se parece tanto com meu orgulho?
E nos meus erros e medos, acabo me traindo de mais uma vez.

Tudo pq... Acabo me decepcionando outra vez.
E com meus erros e medos eu fujo.
E o silêncio me rasga.
Eu fujo mas acabo sempre indo mais fundo.
Mal posso respirar.
Mas não há arrependimento.
Nem me restam estradas pra fugir!
By Mike and Spike.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

De como enlouqueci_Dedicated

E você se se morde de raiva, repetindo inúmeras vezes: É sempre assim! É sempre assim!
Começo a imaginar todas as coisas que diria. Todos os insultos que desferiria. E fico com mais raiva, pois sei que nunca vou fazer nada disso.
É aí que a gente volta àquela velha história da "injeção de adrenalina". Quando vou aprender que necessito de choques para sentir que estou viva!
Lembro que vi em algum lugar que existem pessoas que apenas sobrevivem. Não importa a razão, não quero me tornar uma delas.
Preciso tomar providências quanto às pessoas que plagiam minha vida(risos). Tenho que agradecer àqueles que ajudaram a escrever a minha história!
Preciso parar com isso! Preciso parar de falar toda vez que faço algo por alguma pessoa. Preciso parar de fazer um monte de coisas...
Será que os meus segredos estão revelando novas faces?! Acho que o meu tão comentado "Retorno a Saturno" está prestes a acontecer.
Às vezes me vejo procurando por respostas onde sei que não vou encontrar. Mas procuro com tanta força que as respostas acabam sendo inventadas pra mim.
Adoro inventar respostas. E morro toda vez que elas se tornam reais!
Senti aquele gosto de novo. Era diferente, o primeiro foi doce, o segundo foi carnal. E foram poéticos, desesperadores e intensamente sonolentos!
E enquanto vou aproveitando o bagunçar dos meus cabelos por um vento matreiro vou entoando uma velha canção que te manda fazer uma lista muito da dolorosa, e que vai acabar te fazendo morrer, como fez a mim. Como assim "quantas canções que você não cantava hoje assobia pra sobreviver"?! Como assim?!
Espalha nesse peito a verdade! Espalhou a maldade e deixou o ódio entrar.
Volto ao início!
E sempre acabo morrendo no final!
Espero sentada. Deito. Ando, corro, vôo e não saio do lugar.
Deixo passar. Espero de novo pacientemente.
Deixo chegar mas não chega.
Troco por um dom. Nada!
"O homem e o estorvo". Ainda não me curei.
Eu faço coisas das quais não me lembro.
Oh céus, como é difícil esquecer!
Olho em certos olhos e novamente procuro respostas.
Canso de procurar.
Quem sobreviverá e o que restará deles? O que restará daquela que acho que ainda sou? Dejavú...
Me acorde quando Setembro acabar... Outubro... Novembro... 2008... o mundo.
E no universo paralelo em que montei tudo o que conheço, mais uma vez estou a espera de um dia 14.
Oh Roberto Gregório, não me deixe! Não me deixe!!!!!
Acho que ele foi o único que ainda não me deixou!

PS: Por onde andará Spike Minoda?

domingo, 5 de outubro de 2008

Lembranças do que não foi

Antes de começar o texto, que é o que realmente interessa, preciso fazer algumas considerações!
Esse é o pior texto que já escrevi na minha vida! Não consegui sentir nenhum tipo de amor por ele, nem amor, nem ódio, nem nada. Não consegui sentir exatamente nada por esse texto! Aí você deve estar se perguntando: "-Então pq raios essa criatura infame está postando esse texto?". Taí uma resposta que eu não vou conseguir responder. Eu simplesmente não sei!!!
Dito isso, fica o pedido de que, se alguém pelo menos desconfiar da resposta, poste um comentário e me conte! Agora se não souber a resposta e também não sentir a microscópica vontade de gastar seus dedinhos colocando um comentário pra essa coisa que eu insisto em chamar de texto, não precisa. Eu vou entender!
PS: Vou por o título do texto aqui de novo, pq falei tanto que é capaz de vocês nem lembrarem mais do que se trata, já que eu tô pedindo o sacrifício de ler o texto, não posso abusar!

Lembranças do que não foi
"Pegaram um trânsito daqueles, mas chegaram todos bem.
Já era tarde, mas como ninguém estava pensando em dormir, ficaram jogando conversa fora, e acabaram por dormir alí mesmo, uns jogados uns por cima dos outros.
Acordaram tarde. O sol já se mostrava impaciente do lado de fora. Arrumaram a baderna da chegada e partiram ao encontro daquele com quem todos têm problemas: o mar!
Alguns ficaram de longe, apenas apreciando o movimento das ondas. Outros mergulharam de cabeça nelas. No final estavam todos levando altos caldos e rindo uns dos outros.
O almoço foi uma farra! Uns contavam piadas horríveis enquanto os outros riam até se engasgar pela falta de graça das piadas!
Finzinho de tarde e eles alí, jogados pelos fundos da casa a conversar abobrinhas e rir à beça. O sol, impaciente como sempre, já os estava deixando.
(Citação sem noção: "the sun goes down, I feel the light betray me!")
Passeio, pracinha, pastel, casa e sono.
Brincaram de pique-esconde... Como assim, brincaram de pique-esconde?! Como assim?!
Foi tão absurdamente divertido que eles mal conseguiam respirar por causa da adrenalina causada pelo desejo de não ser encontrado!
Tudo era uma farra!
À noite, música brega e garrafas de cerveja... de novo!
"Altos", completamente! Sono.
Cansaço, sorrisos e despedidas. É hora de voltar a realidade.."
Infelizmente, rabiscado por Aline Shinoda e seu incansável alter-ego em 05 de outubro de 2008, with a lot of shit!