sábado, 2 de agosto de 2008

THE FUCKING MINUTES AFTER THAT MIDNIGHT

Já passa das 1:00 da manhã e eu não tenho nem um pingo de sono. Mas como diz aquele ditado do tempo em que candeeiro dava choque, "há males que vêm para o bem", minha irmã tá doente e eu vou ficar de vigia caso ela precise de alguma coisa.
Engraçado, há mais ou menos uma hora eu disse pra ela: "não queira aproximar o inferno de mim" quando ela perguntou se eu ia pra faculdade amanhã. Quando a gente tá doente, por menos grave que seja, a gente se sente no inferno, abraçando o capeta, com direito a visitinha especial no escritório do Hitler.
Oh noite perturbadora e instigante. Noite de doentes e vigilantes, de loucos e apenas loucos, de videoclipes e de busca do eu. Oh noite insensata e desconcertante!
Já escrevi um monte de besteiras e ainda assim não tenho sono. Acho que mesmo se ouvisse "Hush little baby" com a suave voz do Johnathan (que por sinal resolveu tirar umas férias da minha vida, ou será que fui eu quem lhe deu férias), eu não conseguiria dormir.
My sister parece que finalmente conseguiu dormir e quase não passam músicas interessantes no rádio. Não posso virar o rosto pra nenhum lado do quarto sem ver os tais alvos repentinamente mudados, aqueles que construiram o meu eu e dilaceraram minha sanidade.
Se fosse o Shakespeare agora faria um soneto. Se fosse o Pelé faria um gol. (piadas sem graça são consequência da insônia, eu garanto)
Minha amiga-soldado-do-exército-de-ombros-e-mãos-viciada-em-jujuba-de-limão (ufa!) postou no blog dela que já está desenhando meu modelito de lambada, o que me dá idéias. Tipo, que tal fazer um remake de "Lambada_dança proibida"?! (viajar na maionese também é consequência da insônia)
Se essa insônia não passar vou escrever mais coisas ridículas como essas, e aí nem eu mesmo vou querer ler esse blog!
Meus alvos-desnorteadores-de-mente continuam por todos os lados, e eu aqui com uma puta insônia, escrevendo um monte de merdas pra ver se o tempo passa logo.
Insônia é uma verdadeira miséria na vid da pessoa. Agora comecei a lembrar de antigos amigos que acabaram ficando pelo caminho e que fazem uma falta do caralho. Só não sei se isso é recíproco. Mas isso não vem ao caso, quem mandou não conseguir dormir?
Como diria o filósofo precursor do movimento "como assimista" e professor de inglês nas horas vagas, carinhosamente apelidado por mim de Lulu: "tá no inferno abraça o capeta!". Continuo curtindo (ou será aturando) minha insônia a escrever um monte de merdas (que incrível sensação de dejavú), as quais obrigarei meus pobres amigos a ler, huahua (riso de filme de terror)
Mas como não posso abusar da boa vontade dos mesmos, e por não querer que joguem em mim toda su fúria por submetê-los a tal tortura, vou parar pr aqui, e acho que já é o bastante...

2 comentários:

Dona do Caos disse...

Amei estar aqui no seu texto... to me sentindo uma daquelas mocinhas de romance rodeada por um mar de jujuba de limão. risos

Guel disse...

Qnts amigos deixamos para trás...

Eu fico triste só de lembrar!! =/